sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
várias ações voltadas para o combate, prevenção e diagnóstico precoce da hanseníase.
Teremos caminhada com a educadora física da unidade, Natália;
sala de espera com orientação; e outras ações.
No entanto, nossos agentes comunitários de saúde estão capacitados e orientados a fazer busca ativa de pacientes em nosso território. Sempre que precisar, nossos usuários podem conversar com seus ACS para maiores esclarecimentos.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
O insumo, que previne contra o câncer de colo de útero, será aplicada gratuitamente em meninas de 11 a 13 anos em 2014 e, a partir do ano seguinte(2015), será ofertado também para meninas de 9 e 10 anos. "Cada município vai poder ter uma estratégia específica de vacinação. Alguns vão incluisive utilizar o espaço dentro da escola, outros vão concentrar entro dos postos de saúde. Nós daremos as duas opções, mas vamos reforçar junto aos municípios que as ações dentro da escola sejam priorizadas", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Confira mais no vídeo do Canal Saúde:
Fonte: Blog da Saúde
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Esporotricose
O que é?
A esporotricose é uma micose provocada pelo fungo Sporothrix schenckii. A doença atinge habitualmente a pele, o tecido subcutâneo e os vasos linfáticos mas pode afetar também órgãos internos. É incluída no grupo das micoses profundas.
O fungo causador da esporotricose habita a natureza (solo, palha, vegetais, madeira) e a instalação da doença se dá através de ferimentos com material contaminado, como farpas ou espinhos. Animais contaminados, principalmente gatos, também podem transmitir a esporotricose através de mordeduras ou arranhaduras.
Apesar de poder ser encontrada em todo o mundo, a esporotricose é mais comum em países de clima quente.
Manifestações clínicas
Após a inoculação na pele, há um período de incubação, que pode variar de poucos dias a 3 meses. As lesões são mais frequentes nos membros superiores e na face.
A esporotricose apresenta formas cutâneas, restritas à pele, tecido subcutâneo e sistema linfático, que são as mais frequentes, e formas extra-cutâneas, que afetam outros órgãos e são mais raras.
Entre as formas cutâneas, encontramos:
- Forma cutâneo-localizada: restrita à pele ou com discreto comprometimento linfático (íngua). É caracterizada por um nódulo (lesão elevada) avermelhado, que pode ser verrucoso (endurecido e com superfície áspera) ou ulcerado (ferido), geralmente recoberto por crostas. Esta forma também pode ocorrer nas mucosas (boca, olhos);
- Forma cutâneo-linfática: é a forma mais frequente de manifestação da esporotricose. A lesão inicial é um nódulo que pode ulcerar (ferir). A partir dela, forma-se um cordão endurecido que segue pelo vaso linfático em direção aos linfonodos (gânglios) e, ao longo dele, formam-se outros nódulos, que também podem ulcerar, dando um "aspecto de rosário". Pode ocorrer o surgimento de ínguas, que são, geralmente, discretas (foto abaixo);
- Forma cutâneo-disseminada: as lesões nodulares, ulceradas ou verrucosas se disseminam pela pele. Esta forma é mais comum em pacientes imunodeprimidos.

Existe, ainda, a forma extra-cutânea, ocorrência mais rara, na qual a infecção atinge outros órgãos como: pulmão, testículos, ossos, articulações e sistema nervoso. Nesta forma, a via de contaminação costuma ser a ingestão ou inalação do fungo e também pode haver imunodepressão associada ao seu surgimento.
Tratamento
O tratamento da esporotricose pode ser realizado com o iodeto de potássio, que é bastante eficaz mas pode ser acompanhado de efeitos colaterais, além de antimicóticos de uso sistêmico (via oral). As doses e o tempo de tratamento variam e devem ser determinadas pelo médico dermatologista.
Fomas graves da doença podem necessitar de tratamento com antimicótico por via venosa. Na forma localizada, pode ocorrer cura espontânea.
Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima - Dermatologista









